Lúcio Vieira Lima ironiza oposição e chama composição adversária de “chapa suruba”

Foto: Divulgação
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O ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima voltou a subir o tom contra o grupo político liderado por ACM Neto e ironizou a diversidade de alianças construídas pela oposição na Bahia. Durante evento realizado nesta sexta-feira (29), na Assembleia Legislativa da Bahia, o emedebista afirmou que o bloco adversário enfrenta dificuldades para unificar discursos e lideranças nacionais dentro do mesmo palanque.

 

Ao comentar a composição política da oposição, Lúcio resgatou uma expressão usada anteriormente por seu irmão, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, para criticar o cenário de alianças envolvendo diferentes correntes da direita brasileira.

 

“Foi aquela que Geddel definiu bem: que seria uma ‘chapa suruba’, porque cada um apoia um”, disparou.

 

Segundo o articulador do MDB baiano, o grupo oposicionista reúne lideranças ligadas a projetos políticos distintos, o que, na avaliação dele, pode dificultar a comunicação com o eleitorado durante a campanha eleitoral.

 

Lúcio citou nomes como João Roma, Zé Cocá e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao comentar a pluralidade de apoios dentro da oposição.

 

“Para pedir voto vai fazer o que? Tem que levar uma máquina calculadora para somar todos os números dos candidatos e aí fica difícil para eles ganharem a eleição”, ironizou.

 

O emedebista também afirmou que a oposição estaria repetindo estratégias adotadas em eleições anteriores, enquanto a base governista mantém uma estrutura política mais alinhada no estado.

 

As declarações ocorreram durante a cerimônia de entrega da Comenda 2 de Julho e ampliam o clima de disputa política entre governo e oposição na Bahia, já mirando as articulações para 2026.

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