O deputado federal Afonso Florence (PT-BA) saiu em defesa do Programa de Governo Participativo (PGP) e das grandes obras estruturantes do Estado, desferindo duras críticas ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). Em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (29), durante agenda institucional em Salvador ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT), o parlamentar rebateu as contestações da oposição sobre o andamento da Ponte Salvador-Itaparica e a presença de militantes nas plenárias governistas.
Florence enfatizou que o modelo de escuta popular, implementado nas gestões de Jaques Wagner, Rui Costa e continuado por Jerônimo, confere legitimidade democrática aos projetos executados e ironizou a reação do adversário político.
"Os governos do PT, Wagner, Rui e Jerônimo, são garantia de mais saúde, mais educação e mais mobilidade, fundamentalmente com democracia. O nosso programa de governo é participativo desde 2014 com grande escala de participação, o primeiro, inclusive, de Rui Costa, coordenado por Jerônimo. Recentemente, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, criticou o PGP por ter ativistas políticos, militantes. Uma hora ele é contra prefeito, outra hora ele é contra militante, porque ele só tem militância paga e, mesmo assim, está escassa. E ele disse que o PGP com o pilar... É um pilar na cabeça de ACM Neto. Ele não entendeu, não caiu a ficha, ficou ridículo. ACM Neto, a ponte é uma realidade, procure outra pauta", provocou o deputado.
O petista também estendeu as críticas à atual administração da capital baiana, comandada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil), apontando supostas fragilidades crônicas nos serviços básicos e no sistema de transporte público soteropolitano para justificar que o grupo oposicionista carece de autoridade técnica para questionar as entregas do Estado.
"Não dá mais para ser saúde, não dá para ser educação, porque está provado que a prefeitura de Salvador — Bruno Reis e ACM Neto — são incompetentes na saúde e na educação. Na mobilidade também, transporte então... Procure uma pauta. A cabeça inventa coisa nova porque cansou", concluiu Afonso Florence.