Rui Costa denuncia uso da imagem de Lula em material de campanha da oposição

Foto: Divulgação
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O candidato ao Senado Rui Costa (PT) denunciou, durante comício em Rio Real, o uso da imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em material de campanha que, segundo ele, pode induzir o eleitor ao erro. Durante o ato político realizado na noite deste domingo (20), o ex-ministro da Casa Civil afirmou ter visto um panfleto com a foto de Lula na frente e, no verso, o número de um candidato da oposição à Presidência da República.

“Eu vi um panfleto que, na frente, era foto de Lula e, no fundo, era o número do outro candidato [a presidente] na cédula de votação […] O número que estava não era do Lula, não era o 13, era o outro número. Isso é coisa de gente que não tem vergonha na cara”, afirmou.

Rui Costa chamou a atenção para o uso da imagem de Lula associada a candidatos que, segundo ele, não fazem parte da chapa do presidente. Na ocasião, o candidato ao Senado também reforçou que os dois nomes apoiados por Lula para o Senado na Bahia são ele e o senador Jaques Wagner (PT).

“Aqui só tem dois candidatos do Time de Lula, que sou eu, Rui Correria, [número] 133, e o senador Jaques Wagner, 130. E o bom de tudo isso é que vocês não precisam escolher. Porque este ano cada um de vocês vai votar duas vezes e não pode repetir o mesmo candidato, senão anula o segundo voto. Tem que votar em dois candidatos diferentes”, explicou.

Rui Costa defende bancada alinhada a Lula

Durante o discurso, Rui Costa também defendeu a eleição de uma bancada alinhada ao presidente no Congresso Nacional. Segundo o candidato, a formação de maioria no Senado e na Câmara dos Deputados é necessária para acelerar projetos e ampliar a capacidade de realização no quarto e último mandato de Lula na Presidência.

Para um público de mais de 10 mil pessoas, Rui afirmou que Lula relatou, em reuniões realizadas em Brasília, a expectativa de fazer ainda mais pelo país caso tenha maioria na Câmara e no Senado a partir de 2027.

O candidato ao Senado também afirmou que a escolha de senadores e deputados comprometidos com o mesmo projeto político é necessária para evitar que propostas do governo sejam paralisadas no Congresso. “Nós precisamos que, no Brasil, esteja todo mundo remando para frente”, concluiu.

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