Quinho Tigre mantém suspense sobre 2026 e estipula prazo para definições políticas

Foto: Divulgação
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O ex-prefeito de Belo Campo e ex-presidente da UPB, Quinho Tigre (PSD), adotou um tom cauteloso ao ser questionado sobre seu destino político durante a abertura do Carnaval de Salvador nesta quinta-feira (12). Alvo de especulações para ocupar a vice-governadoria na chapa de ACM Neto (União Brasil), Quinho evitou confirmar o rompimento com a base governista, embora tenha admitido a existência de diálogos intensos. "As definições vão acontecer agora em março. Há tratativas, isso ninguém pode negar, mas a gente aguarda um melhor formato para que seja bom para os parceiros e para a Bahia", declarou.

Apesar dos rumores de migração para a oposição, Quinho reforçou sua atual lealdade ao PSD, sob o comando do senador Otto Alencar, e sua intenção inicial de concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). "Eu me mantenho como candidato a deputado estadual pelo PSD. Sou do PSD, estou filiado no PSD e me mantenho sob a liderança do senador Otto Alencar", afirmou. O político destacou sua característica "republicana" e a boa relação que construiu com parlamentares de diversos espectros durante sua gestão na UPB como ativos que lhe dão tranquilidade para negociar seu futuro.

O ex-presidente da UPB estabeleceu um cronograma claro para o desfecho das "ventilações políticas", apontando a janela partidária como o marco final para sua decisão. "Os próximos dias serão fundamentais. Até o dia 4 de abril nós teremos muita coisa para acontecer na Bahia", previu, referindo-se ao prazo limite para filiações de quem pretende concorrer nas eleições de outubro. A data mencionada por Quinho é o divisor de águas para que ele decida se permanece no grupo de Jerônimo Rodrigues ou se oficializa a aliança com o União Brasil.

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