Em encontro com empresários, Léo Prates prega cautela sobre fim da escala 6 x 1: "exige transição e diálogo”

Foto: Divulgação
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O deputado federal Léo Prates (Republicanos) defendeu cautela, diálogo e construção consensuada no debate sobre o fim da escala 6x1 durante encontro com empresários realizado nesta segunda-feira (11), na Associação Comercial da Bahia, em Salvador. Relator das discussões sobre o tema na Câmara Federal, o parlamentar afirmou que a proposta precisa avançar sem comprometer empregos e a atividade econômica.

Prates destacou que o debate deve ser dividido em etapas, começando pela votação da PEC que trata do fim da escala 6x1, deixando para um projeto de lei posterior a regulamentação das mudanças nas relações de trabalho.

“Eu defendo muita tranquilidade nesse debate. A primeira coisa que eu acho é a divisão do problema. Votar a PEC sobre o fim da escala 6x1 e depois remeter para um projeto de lei que possa fazer as disposições”, afirmou.

O encontro reuniu representantes do setor produtivo, especialmente empresários de bares, restaurantes e pequenos negócios de Salvador, preocupados com possíveis impactos econômicos da proposta. Segundo Léo Prates, o diálogo com os segmentos empresariais será fundamental para construir um texto equilibrado.

“Aqui tenho amigos da Cidade Baixa, do Subúrbio Ferroviário, que têm bares, restaurantes e querem falar dos problemas que podem advir dessas questões”, disse.

O deputado também afirmou que o presidente da Câmara, Hugo Motta, deverá tomar uma decisão importante sobre a tramitação da matéria ainda nesta semana. Segundo Prates, três pilares devem nortear a discussão: o fim da escala 6x1, a redução da jornada de trabalho e a manutenção dos salários.

“Sempre com o espírito dado pelo presidente Hugo: fim da escala 6x1, não redução salarial e redução de jornada”, ressaltou.

Durante a reunião, o parlamentar ainda defendeu a criação de linhas de crédito e incentivos governamentais para ampliar a produtividade das empresas durante o período de transição.

“Defendo que o governo tenha linhas de crédito para estímulo de aumento da produtividade e medidas que possam vir de transição”, declarou.

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