"“Quando a política pública chega a quem precisa, o resultado aparece na vida das pessoas", afirma Rui Costa

Foto: Divulgação
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O número de beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) na Bahia cresceu 22% entre 2022 e 2025, passando de 491.692 para 599.022 pessoas. O avanço representa mais de 107 mil novos beneficiários no estado e ocorre em um período de ampliação das políticas de proteção social do governo federal. Os dados foram destacados por Rui Costa, candidato ao Senado pelo PT, em agenda na cidade de Inhambupe, na manhã deste domingo (20). 

O BPC garante um salário-mínimo por mês a pessoas com deficiência de qualquer idade e a idosos com 65 anos ou mais que atendam aos critérios de baixa renda. O benefício não exige contribuição prévia ao INSS. Para Rui Costa, que foi ministro da Casa Civil de Lula, a evolução do número de beneficiários na Bahia é um dos indicadores que ajudam a dimensionar a ampliação da proteção social no estado durante o governo Lula. 

“Quando a política pública chega a quem precisa, o resultado aparece na vida das pessoas. O crescimento do BPC na Bahia mostra que mais idosos e pessoas com deficiência passaram a ter acesso à proteção garantida pela Constituição. É preciso continuar fortalecendo essa rede e garantindo que quem tem direito consiga acessar o benefício”, afirmou. 

Ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do senador Jaques Wagner, candidatos à reeleição pelo PT, Rui também participa de atos do Time de Lula nas cidades de Aporá, Acajutiba, Esplanada e Rio Real. 

Mais famílias superaram a pobreza

Outro indicador mostra uma mudança no perfil das famílias atendidas pelo Bolsa Família na Bahia. Entre 2022 e 2025, 319 mil famílias superaram a pobreza e puderam sair do programa. 

A saída do programa não significa que uma família que melhora sua renda fique sem proteção caso volte a enfrentar dificuldades. O Bolsa Família possui a Regra de Proteção, que permite a permanência no programa durante determinado período quando a renda familiar aumenta, além do Retorno Garantido para famílias que deixam o programa e posteriormente voltam à situação de pobreza.

“O objetivo de uma política social não é manter as pessoas dependentes do benefício para sempre. É garantir proteção enquanto ela é necessária e, ao mesmo tempo, criar condições para que as famílias possam melhorar de vida”, concluiu o candidato.

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