BTG/Nexus: 36% avaliam governo Lula como ótimo ou bom; 43% consideram gestão ruim ou péssima

Foto: Divulgação
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Uma pesquisa da Nexus Pesquisa, encomendada pelo BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira (27), mostra que 36% dos brasileiros avaliam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como ótimo ou bom, enquanto 43% classificam a gestão como ruim ou péssima. Outros 20% consideram o governo regular e 1% não soube ou preferiu não responder.

O levantamento também mediu a aprovação pessoal do presidente. Segundo a pesquisa, 47% aprovam o trabalho de Lula, enquanto 49% desaprovam. Outros 4% não souberam ou não responderam, configurando um cenário de empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Nordeste lidera aprovação

A pesquisa aponta diferenças significativas entre as regiões do país. O Nordeste segue como a região de maior apoio ao governo federal, com 62% de aprovação, enquanto o Sul registra o menor índice, com 33%.

Mulheres, idosos e população de menor renda aprovam mais

Entre os segmentos pesquisados, o governo apresenta melhor desempenho entre:

Mulheres: 54% de aprovação;

Pessoas com 60 anos ou mais: 60%;

Quem recebe até um salário mínimo: 62%;

Católicos: 54%;

Pessoas sem religião: 55%.

Já entre os evangélicos, a desaprovação chega a 64%, enquanto apenas 33% aprovam a gestão federal. A aprovação também cai para 38% entre os entrevistados com renda superior a cinco salários mínimos.

Economia divide opiniões

A percepção sobre a economia também aparece dividida. Para 40%, a situação econômica do país está melhor do que no fim do governo anterior, em dezembro de 2022. Já 42% acreditam que o cenário piorou.

Em relação às finanças pessoais, 43% afirmam que estão em situação melhor do que no governo anterior, enquanto 33% dizem que pioraram.

Sobre as expectativas para os próximos seis meses, 33% acreditam que a economia brasileira vai melhorar, contra 32% que projetam piora. Em relação à própria situação financeira, 47% esperam melhora, indicando maior otimismo quanto às finanças familiares do que em relação ao desempenho da economia nacional.

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