O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) também falou ao Classe Política sobre a segunda vaga em discussão no entorno do governo: a que será aberta no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), com a aposentadoria prevista do presidente da Corte, conselheiro Francisco Neto, no próximo ano.
Apesar de ter sido citado como um dos possíveis nomes para a indicação, Menezes tratou o assunto com cautela. “É especulação. Cada coisa ao seu tempo”, afirmou. O deputado ressaltou que a vaga do TCM “ainda será aberta” e que as discussões são prematuras.
Segundo ele, qualquer movimento dependerá de diálogo interno no PSD, da posição do governador Jerônimo Rodrigues e das articulações com figuras centrais da base, como os senadores Otto Alencar, Jaques Wagner e o ministro Rui Costa. “Vai depender do nosso partido, do governador, dos chefes maiores — Wagner e Rui — e, claro, dos colegas deputados. Vamos ver no próximo ano o que vai acontecer”, disse.
Menezes relembrou que o processo de escolha no TCM também passa pela Assembleia, onde os deputados decidem a votação final. “O governador indica, mas quem vota somos nós”, reforçou.