Wilson Cardoso condiciona eficácia de TACs à viabilidade financeira e técnica das prefeituras

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Ao comentar a proposta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) apresentada pelo Ministério Público para a área de segurança, o presidente da UPB, Wilson Cardoso, alertou para a necessidade de "sensibilidade institucional".

Embora considere o instrumento válido, o gestor pontuou que o cumprimento das metas depende diretamente de assistência técnica e financiamento por parte dos entes federativos.

"O que se espera é equilíbrio: compromisso com viabilidade, exigência com suporte e integração com corresponsabilidade", declarou Cardoso.

O presidente da UPB reforçou que os TACs devem respeitar as diferentes realidades locais, garantindo que os municípios tenham condições reais de execução antes de serem submetidos a cobranças rígidas.

Compartilhe:

Siga a gente Instagram | Facebook | Twitter | Youtube

LEIA TAMBÉM

PUBLICIDADE

REDES SOCIAIS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

error: Conteúdo protegido.