Embaixadora da Flica 2016 apresentou a programação do festival, ressaltou a importância da literatura independente e destacou atividades voltadas às crianças e às famílias neurodivergentes.
A literatura, a diversidade e a inclusão estão entre os grandes destaques da 14ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), realizada às margens do Rio Paraguaçu, no município de Cachoeira, no Recôncavo Baiano. Durante a programação de abertura, a embaixadora da Flica 2016, Vanessa Dantas, destacou a importância do festival como espaço de valorização da produção literária, da cultura e da democratização do acesso ao conhecimento.
Em sua participação, Vanessa convidou o público a acompanhar as atividades e ressaltou a diversidade de espaços e atrações preparados para esta edição. A programação reúne debates, encontros literários, atividades infantis, apresentações artísticas e iniciativas voltadas à valorização da produção cultural baiana.
“Esse espaço é muito importante porque prioriza a literatura independente, que é a maior parte dessa literatura nacional”, destacou Vanessa, ao falar sobre a relevância de iniciativas que dão visibilidade a autores e autoras que muitas vezes encontram dificuldades para alcançar o grande público.
Inclusão e literatura desde a infância
Um dos pontos de destaque da fala de Vanessa foi a programação da Fliquinha, espaço dedicado ao público infantil, que reúne atividades educativas, culturais e recreativas.
Entre as atrações anunciadas estão sessões de curtas-metragens infantis por meio do Cineclubinho, o projeto Tapete de Chita, a oficina Nó de Negritude e atividades de acolhimento às famílias.
Vanessa também chamou a atenção para uma iniciativa especialmente importante: a disponibilização de materiais, brincadeiras e livros específicos para crianças neurodivergentes.
A proposta amplia o olhar sobre a inclusão nos espaços culturais, reconhecendo que o acesso à literatura e à educação deve contemplar diferentes formas de aprendizagem, desenvolvimento e interação.