“Ter prazos, ter transparência”: ACM Neto defende mudanças no licenciamento ambiental

Foto: Divulgação
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Reduzir a distância entre o governo estadual e quem precisa de serviços ambientais está entre as propostas de ACM Neto (União Brasil) para a Bahia. O candidato ao Governo do Estado defendeu, nesta quarta-feira (9), a descentralização do licenciamento ambiental e a criação de estruturas regionais para atender produtores e empresas no interior.

 

A declaração ocorreu durante participação no projeto Bahia na Palma da Mão, do BATV. Segundo ACM Neto, a mudança busca diminuir a burocracia sem abrir mão das regras de preservação ambiental, estabelecendo procedimentos mais rápidos, transparentes e rigorosos.

 

O candidato afirmou que pretende fortalecer os órgãos ambientais estaduais por meio de investimentos em tecnologia, realização de concursos públicos e contratação de sistemas que possam melhorar a análise e o acompanhamento dos processos.

 

Durante uma reunião realizada na semana passada, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, ACM Neto disse ter recebido reclamações de produtores rurais e representantes do setor sobre a demora na resposta do governo para demandas relacionadas ao licenciamento.

 

Na avaliação do candidato, é possível conciliar proteção ambiental e desenvolvimento econômico com processos que estabeleçam prazos e ofereçam maior previsibilidade a quem produz.

 

“É preciso ter o compromisso com a preservação do meio ambiente e, do outro lado, ter prazos, ter transparência, descentralizar o processo de licenciamento no Estado da Bahia”, afirmou.

 

Entre as medidas apresentadas está a implantação de uma estrutura regional das secretarias de Agricultura e de Meio Ambiente no oeste baiano. A proposta tem como objetivo aproximar os serviços públicos das áreas de maior atividade produtiva e evitar deslocamentos até Salvador.

 

ACM Neto citou especificamente a distância enfrentada por produtores que precisam buscar atendimento na capital e defendeu que o governo estadual esteja presente nas regiões onde as demandas são geradas.

 

“É preciso que o governo chegue lá, não espere as pessoas terem que sair 900 km para vir para a capital”, declarou.

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