Durante agenda pública no sul da Bahia, o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo estadual, ACM Neto (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que chega ao novo ciclo eleitoral mais preparado após a experiência das urnas em 2022. A declaração foi feita em Ilhéus, onde participou da tradicional procissão de São Jorge.
Ao avaliar sua trajetória recente, ACM Neto destacou o aprendizado adquirido com a derrota no último pleito. “A gente aprende todos os dias. A derrota de 2022 ensinou bastante e hoje eu chego com mais experiência e melhores condições para construir essa vitória e também para governar o nosso estado”, afirmou.
O pré-candidato disse ainda que se considera pronto para assumir o comando da Bahia e prometeu apresentar propostas concretas para enfrentar os principais desafios. “Eu me sinto preparado para essa tarefa desafiadora que é governar a Bahia. Vamos apresentar um plano de governo completo, enfrentando os principais problemas e sinalizando para o futuro nessa expectativa de mudança que os baianos têm”, declarou.
Na avaliação do ex-prefeito, o cenário atual indica insatisfação popular. “Hoje o sentimento dominante é de mudança”, pontuou. Ele também comparou sua experiência administrativa com a gestão estadual. “Eu tenho experiência comprovada como prefeito durante oito anos, diferente do atual governador, que foi testado e, na minha opinião, reprovado pelos baianos”, disse.
Entre as prioridades de campanha, ACM Neto destacou a segurança pública como tema central. “A segurança será um dos temas mais importantes. O principal é a vida das pessoas, e a segurança é uma das faces mais sérias desse problema”, afirmou.
Além disso, ele citou dificuldades nas áreas de saúde e educação. “Temos o problema da regulação na saúde, com pessoas no interior sofrendo. Na educação, a qualidade está abaixo do desejável, há falta de perspectiva de emprego e promessas que não foram cumpridas”, declarou.
O pré-candidato criticou administrações anteriores e defendeu uma postura baseada em compromissos efetivos. “Há obras prometidas há mais de 20 anos que não foram entregues. A gente pretende trabalhar com palavra, compromisso e ação, não apenas com promessa e propaganda”, concluiu.