O Secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe Freitas, destacou o impacto positivo dos dados divulgados pela pesquisa Quaest sobre o cenário político estadual. Para o secretário, os números não apenas validam a gestão de Jerônimo Rodrigues, mas demonstram uma forte inclinação do eleitorado pela continuidade do projeto político atual, impulsionado pela parceria com o Governo Federal.
Os dados divulgados nesta quarta-feira (29) revelam que a influência do presidente Lula (PT) é o principal motor eleitoral no estado: 47% dos baianos manifestaram o desejo de eleger um aliado do atual presidente. O levantamento aponta ainda que 33% dos eleitores consideram um político independente como melhor escolha, enquanto apenas 15% optariam por alguém alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ao analisar o cenário, Felipe Freitas pontuou que a percepção pública é um reflexo direto das políticas implementadas em todo o território baiano. “A pesquisa mostra aquilo que estamos vendo nas ruas: um governo bem avaliado pela maioria da população e o desejo de que a Bahia siga sendo bem cuidada. A nossa pré campanha começa com um clima de vibração positiva com apoio da maioria do povo e confirma que a Bahia agradece ao bom trabalho do nosso governador. Se na eleição de 2022 começamos com 7% e vencemos, agora que começa em empate técnico nas pesquisas, o clima é de vitória no primeiro turno”, afirmou.
Desempenho Administrativo
A boa avaliação mencionada pelo secretário sustenta-se em uma estratégia de capilaridade administrativa. A pesquisa revela que o governo Jerônimo Rodrigues conseguiu converter as entregas nos municípios em capital político sólido. O fato de a disputa iniciar em um patamar de "empate técnico", em contraste com o início das últimas eleições, coloca a base governista em uma posição de vantagem estratégica para o período oficial de campanha. “A força do nome do governador Jerônimo, somada ao prestígio de Lula na Bahia, cria um cenário favorável à permanência do grupo, que dificulta o avanço de candidaturas de oposição”, afirma Freitas.