“O Vida Nova é justamente o reflexo da união das áreas”, afirma Ana Paula Matos

Foto: Divulgação
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A vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos (União Brasil), destacou o alcance do programa Vida Nova durante o lançamento do Salvador Social II, nesta sexta-feira (6), na capital baiana. Em discurso, ela informou que a iniciativa já alcançou 3.180 famílias em situação de vulnerabilidade social e ressaltou a integração de diferentes áreas da administração municipal no acompanhamento dos beneficiários.

Segundo Ana Paula, cerca de 95% das famílias atendidas pelo programa são chefiadas por mulheres. A gestora chamou atenção para a situação de mães solo e mulheres negras entre os grupos mais vulneráveis e defendeu políticas públicas que considerem as diferentes necessidades de cada família.

“O Vida Nova é justamente o reflexo daquilo que você fala, que é algo de referência para o mundo: essa união das áreas”, afirmou.

Atendimento integral às famílias

A vice-prefeita explicou que o programa busca identificar as necessidades de cada família em áreas como segurança alimentar, habitação, emprego, saúde e educação. A proposta, segundo ela, é construir soluções a partir da realidade de cada cidadão, em vez de oferecer apenas atendimentos isolados.

Na área habitacional, Ana Paula citou a articulação com o programa Morar Melhor e a possibilidade de encaminhar famílias para ações que contribuam para melhorar as condições de moradia.

A gestora também destacou a aproximação com empresas para ampliar oportunidades de emprego e renda. De acordo com ela, o município apresentou o Vida Nova a representantes do setor empresarial, com o objetivo de identificar vagas e oportunidades para pessoas acompanhadas pelo programa.

A iniciativa também prevê apoio à capacitação profissional e ao empreendedorismo, considerando as habilidades e os interesses dos beneficiários.

Identificação de demandas de saúde e educação

Como exemplo do atendimento integrado, Ana Paula relatou que um agente do Vida Nova identificou uma pessoa com tuberculose e acionou os serviços de saúde para viabilizar o atendimento.

A vice-prefeita também mencionou o acompanhamento da situação escolar de crianças e adolescentes, com o objetivo de identificar quem está fora da escola ou precisa de suporte para permanecer estudando.

Ao final, ela defendeu a continuidade da articulação entre o poder público, a iniciativa privada e outras instituições para ampliar o alcance das ações e promover a inclusão social em Salvador.

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