“O PT na Bahia faz bonitas propagandas no período eleitoral, mas não entrega o que promete”, diz João Roma

Foto: Divulgação
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O pré-candidato ao Senado e presidente estadual do PL João Roma afirmou que há um sentimento crescente de decepção entre os baianos com os governos do PT e disse que o grupo político “promete muito, mas não entrega o que promete” no estado. A fala ocorreu em Feira de Santana durante entrevista à rádio Sociedade News. 

Segundo ele, a avaliação negativa da população tem sido percebida em diferentes regiões da Bahia e se reflete no cenário político atual. “Foram muitas promessas. A realidade é que nós estamos testemunhando 20 anos de um período do PT na Bahia onde são feitas bonitas propagandas no período eleitoral, mas o PT não entrega o que promete”, disse. 

O ex-ministro avaliou que esse desgaste tem impactado diretamente a avaliação do governo estadual, citando o aumento da rejeição ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) e a mudança de percepção de eleitores que, segundo ele, já não se sentem representados pelo grupo político. “Eu vejo as pessoas muito decepcionadas com o PT por onde eu ando. A população quer mudança. Ninguém aguenta mais realmente um governo que transfere responsabilidade, que deixa as coisas se desmantelando”, afirmou. 

Ao tratar da situação econômica, Roma criticou a alta carga tributária no estado e os efeitos sobre o setor produtivo. Para ele, a política adotada ao longo dos últimos anos tem dificultado a geração de empregos e contribuído para o enfraquecimento da economia local.

Roma fez duras críticas também ao ex-ministro Rui Costa (PT). "Foi governador, passou oito anos hospedado no Palácio de Ondina e, na saída, o agradecimento que ele deu pra nós, baianos, foi mais 1% linear de imposto, num dos estados que cobram os maiores impostos do Brasil. A Bahia fica entre os três estados com ICMS mais caro", criticou. 

O ex-ministro do governo Bolsonaro citou ainda a situação da BR-324, principal ligação rodoviária entre Salvador e a maior cidade do interior do Nordeste, que é Feira de Santana. “O povo vinha pagando pedágio por anos e anos e a rodovia não melhorou. Dispensaram a empresa e ainda pagaram uma indenização milionária. E a estrada fica aí derretendo, qualquer chuvisco como deu hoje se vê o transtorno na vida das pessoas”, afirmou. 

Ele destacou ainda as promessas não cumpridas pelos governos petistas de duplicação da BR-101 no trecho baiano e da nova pobre sobre o Rio Jequitinhonha. “O então superpoderoso ministro Rui Costa disse que ia ser uma obra rápida. Até hoje está dando transtorno para as pessoas”, declarou.

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