Leo Prates aponta desafios e propõe transição de 2 anos para o fim da jornada 6×1

Foto: Divulgação
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O deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), escolhido como relator da PEC que discute o fim da jornada de trabalho 6×1, afirmou que vai buscar “um ponto de equilíbrio entre os avanços que os trabalhadores querem com a proteção mínima que os empreendedores merecem”. A declaração foi dada durante entrevista ao programa 3 em 1, comandado por Cassius Zeilmann.

O parlamentar adiantou que plano de trabalho da comissão especial será apresentado na próxima terça (5) e que tem uma posição favorável a uma regra de transição para a implementação da proposta. Leo Prates defende a transição da jornada em dois anos, com a redução de 44 horas semanais para 42 no primeiro ano, e de 42 horas para 40 no segundo ano.

Um outro tema que pode gerar um imbróglio no Congresso é uma possível compensação fiscal às empresas, principalmente, do setor produtivo como agronegócio, indústria e serviços.

O relator também reforçou que o relatório terá como prioridade o trabalhador — especialmente as mulheres, que, segundo ele, são maioria entre os que cumprem a escala 6×1. Para Leo Prates “não há preço social que um governo possa pagar para reconstruirmos nossas famílias”.

Um dos desafios, além de encontrar soluções para as divergências entre base do governo e oposição, será encontrar um “texto médio”, equilibrado entre as diferentes posições dos 513 deputados.

Como trata-se de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), o texto exige aprovação de, pelo menos, dois terços da Câmara, o que significa 308 votos.

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