Kiki Bispo rebate Aladilce sobre incêndio em ambulâncias e diz que vereadora faz politicagem: “Foi a própria SMS que denunciou”

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O vereador Kiki Bispo (União Brasil), líder do governo na Câmara Municipal de Salvador, rebateu as críticas feitas pela vereadora Aladilce Souza (PCdoB) à Prefeitura após o incêndio que atingiu ambulâncias desativadas do Samu, no sábado (10), no bairro do Pau Miúdo. Para Kiki, a parlamentar tenta transformar um episódio grave, que está sob investigação, em instrumento de disputa política.

“Parece que a eleição ainda não acabou para a vereadora Aladilce. Mesmo depois da votação, ela continua querendo aproveitar qualquer situação para fazer politicagem e atacar a Prefeitura. O mais curioso é que ela cobra justamente aquilo que a própria Secretaria Municipal da Saúde já fez desde o primeiro momento: apontou a suspeita de ação criminosa, acionou as autoridades policiais e está colaborando para que tudo seja rigorosamente investigado”, afirmou Kiki.

Kiki destacou que a SMS foi a primeira a tornar pública a suspeita de que o incêndio tenha sido provocado intencionalmente. A pasta também informou que dispõe de imagens que podem ajudar a identificar um suspeito e está disponibilizando o material às autoridades policiais.

O líder do governo lembrou ainda que uma tentativa de incêndio já havia sido registrada no mesmo local em agosto deste ano. Na ocasião, profissionais conseguiram conter as chamas e foram encontrados materiais suspeitos no interior de uma ambulância. O episódio foi registrado em delegacia para investigação.

“Não foi a vereadora que descobriu a suspeita de crime, muito menos que provocou a investigação. Foi a própria Secretaria de Saúde que comunicou os fatos e acionou as autoridades. O que precisamos agora é que a polícia esclareça o ocorrido, identifique os responsáveis, caso se confirme a ação criminosa, e garanta a devida responsabilização. É isso que a população espera, e não exploração política de um episódio dessa gravidade”, acrescentou.

O vereador ressaltou que os veículos não integravam a frota utilizada diariamente nos atendimentos de urgência e emergência e que não houve feridos no incêndio. “É preciso ter responsabilidade com a informação. Estamos falando de ambulâncias antigas, retiradas de circulação e que aguardavam um procedimento administrativo obrigatório para sua destinação. Tentar passar à população a impressão de que eram ambulâncias em pleno funcionamento, que poderiam estar nas ruas atendendo pacientes, é desconsiderar os esclarecimentos técnicos já apresentados pela Secretaria”, disse.

Compartilhe:

Siga a gente Instagram | Facebook | Twitter | Youtube

LEIA TAMBÉM

PUBLICIDADE

REDES SOCIAIS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

error: Conteúdo protegido.