Jerônimo destaca força da participação popular durante encontro com jovens em Paulo Afonso

Foto: Divulgação
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A participação da juventude na definição dos rumos da Bahia foi o principal tema do discurso do governador Jerônimo Rodrigues durante o Encontro da Juventude, Cultura e Educação do Programa de Governo Participativo (PGP 2026), realizado na noite desta sexta-feira (29), em Paulo Afonso. Diante de um auditório lotado por jovens de municípios do Território de Itaparica, o governador destacou a importância do engajamento popular na elaboração de políticas públicas e na construção de um projeto coletivo para o estado e o país.

Durante a fala, Jerônimo ressaltou que o protagonismo dos brasileiros é fundamental para enfrentar os desafios nacionais e consolidar avanços sociais. Ao mencionar um pronunciamento feito horas antes pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Sergipe, o governador reforçou a defesa da soberania nacional, da democracia e da participação popular como pilares para o desenvolvimento.

“Nós queremos um Brasil de paz. Mas quem tem que construir a nossa paz é a gente. Quem tem que dizer o que o brasileiro precisa somos nós, brasileiros”, afirmou o governador, sendo aplaudido pelo público presente.

Jerônimo também destacou que as mudanças começam nos espaços mais próximos da população, como bairros, comunidades e municípios. Segundo ele, o fortalecimento dos territórios é essencial para a construção de um país mais justo e participativo.

“A gente só toma conta de um país quando toma conta da nossa comunidade, da nossa rua, da nossa casa, do nosso município e do nosso território”, declarou.

A abertura das atividades do PGP no Território de Itaparica foi marcada pelo incentivo à participação dos jovens nos debates sobre o futuro da Bahia. O governador convocou a juventude a ampliar as discussões em suas cidades e comunidades, defendendo que as decisões sobre o desenvolvimento do estado devem partir das necessidades e experiências de quem vive a realidade do interior.

“Nós estamos construindo a Bahia que tem que ser da gente, não é a Bahia dos outros. A gente só precisa de oportunidade. O direito de sonhar, com o trabalho, com a casa, com a escola, com a universidade. O resto a gente cuida”, concluiu.

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