‘Flávio queria ser presidente para não ser preso’, dispara secretário do PT

Foto: Divulgação
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O secretário nacional de Comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT), Éden Valadares, criticou Flávio Bolsonaro (PL) após a viagem do senador aos Estados Unidos. Para o dirigente petista, o parlamentar deixou o Brasil por temer possíveis consequências judiciais após a derrota na disputa presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Todo valentão é um covarde. Quanto mais brada, quanto mais grita, mais covarde ele é”, afirmou Éden, ao criticar as declarações de Flávio após o resultado eleitoral e sua posterior viagem ao exterior.

O secretário também comparou a conduta do senador à de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, e à do pai, Jair Bolsonaro. Segundo Éden, a viagem representa abandono dos eleitores e dos aliados políticos. “Flávio foge da justiça. Foge da polícia. Foge da verdade”, declarou.

Éden ainda associou o senador a suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro, além de mencionar o caso Banco Master e investigações envolvendo o advogado Willer Tomaz. As acusações foram feitas pelo dirigente do PT, que afirmou que a viagem não seria motivada por perseguição política, mas pelo temor de responder à Justiça.

Ao concluir, o secretário defendeu que o país tenha uma oposição comprometida com a atuação política e com as instituições. “Flávio queria ser presidente para não ser preso. Fugiu para não ser preso”, afirmou.

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