Durante agenda pública realizada em Salvador nesta quinta-feira (13), o secretário da Casa Civil do Estado da Bahia, Adolpho Loyola, respondeu às declarações do pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto (União Brasil), que anunciou a intenção de judicializar e acionar órgãos de fiscalização contra a veiculação de peças publicitárias referentes à Ponte Salvador-Itaparica, classificando a divulgação como suposto crime eleitoral.
Ao ser questionado pela imprensa sobre a posição do Palácio de Ondina diante da ameaça de representação jurídica por parte da oposição, Loyola enfatizou que o material veiculado trata-se de publicidade institucional promovida pela empresa concessionária do projeto.
"A propaganda é uma propaganda institucional da concessionária que está construindo a Ponte. Ele sabe que a obra está em andamento, sabe exatamente o que está acontecendo, mas quer criar novamente narrativas erradas para poder se vangloriar na política. Está aí, a ponte está aí. Este mês ainda teremos mais novidades da ponte. A obra está andando", afirmou Adolpho Loyola.
Ataque ao "desespero" da oposição
O chefe da Casa Civil minimizou as investidas jurídicas do adversário político e atribuiu a reação da oposição ao avanço visível das etapas preparatórias do Sistema Viário do Oeste sob o comando do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
"O jeito que ele tem que fazer agora é isso: tentar judicializar e perder. Está desesperado que a ponte está aí. Além de tudo, mais uma obra que sai do papel que o governador Jerônimo conseguiu fazer", disparou o secretário.
A controvérsia sobre a publicidade ocorre em meio à intensificação das vistorias nos canteiros de obras em Maragogipe e na Ilha de Itaparica, ponto central dos embates políticos entre o governo estadual e o grupo oposicionista.