Carlos Muniz projeta PSDB com "piso baixo" para 2026: "Menor votação para ser eleito"

Foto: Divulgação
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O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), apresentou nesta quarta-feira (8) uma análise otimista sobre a viabilidade eleitoral de sua legenda para o pleito de outubro. Segundo Muniz, a estratégia de montagem das chapas proporcionais do PSDB deve garantir cadeiras na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) e na Câmara Federal com um número de votos inferior ao exigido em outros partidos da base do prefeito Bruno Reis (União Brasil).

Para o chefe do Legislativo municipal, o PSDB se tornou o caminho "mais curto" para quem busca mandatos de deputado. "Hoje é um partido que, pela montagem que foi feita, eu tenho certeza que vai ter a menor votação para que alguém consiga ser eleito. Nós fazemos o cálculo lá que se tiver uma média de 30 mil votos, estará eleito para estadual e entre 60 a 70 mil para federal", detalhou Muniz.

A tese de Muniz sustenta-se na homogeneidade da chapa, evitando os chamados "puxadores de votos" gigantescos que elevam a média necessária para os demais candidatos. Em comparação, partidos como o União Brasil e o PP costumam exigir votações superiores a 50 mil (estadual) e 100 mil (federal) para garantir uma vaga devido à alta competitividade interna.

"Pode ter certeza que nenhum outro partido da base do prefeito Bruno Reis, com essa votação [30 mil/60 mil], irá eleger. Só o PSDB terá essa possibilidade", cravou o vereador.

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