Carlos Muniz prioriza reforma do Paço e quer fiscalização rigorosa: "Feito a quatro mãos"

Foto: Divulgação
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O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), afirmou nesta quarta-feira (8) que suas ausências em eventos políticos de pré-campanha devem-se à intensa agenda administrativa para viabilizar o restauro do Paço Municipal. O parlamentar destacou que a preservação do prédio histórico — berço da política brasileira — é sua prioridade absoluta antes do início oficial do período eleitoral.

Muniz revelou que já obteve os avais técnicos do IPAC e do IPHAN para o projeto de reforma e que terá uma reunião decisiva nesta quinta-feira (9), às 7h30, para discutir os detalhes da licitação. O tucano defende que o processo seja acompanhado de perto por órgãos de controle para garantir total transparência.

"Eu quero que essa licitação, antes de ser feita, tenha participação dos órgãos fiscalizadores, como o TCM e o Ministério Público. Vou levar esses projetos até os chefes desses poderes. Isso tem que ser feito a quatro mãos, não por receio, mas para que todos participem", pontuou o presidente.

A estratégia de Muniz envolve não apenas o restauro do prédio principal, atingido por um princípio de incêndio em fevereiro de 2025, mas também a descentralização das atividades legislativas. O projeto inclui a transferência do Plenário para o antigo Cine Excelsior e a criação de um Museu Legislativo na sede atual.

"O Paço Municipal é um espaço onde tudo no Brasil começou. Ele deve ser conservado de uma forma que não é hoje. Nós o utilizamos todo dia e ele sofre um desgaste natural. Quero que ele tenha o desgaste menor possível para que todos conheçam a história de Salvador, da Bahia e do Brasil", defendeu Muniz.

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