O coordenador da campanha de reeleição do governador Jerônimo Rodrigues (PT), Adolpho Loyola, afirmou que a gestão estadual pretende dar continuidade aos investimentos em mobilidade e infraestrutura, com destaque para o VLT e a Ponte Salvador-Itaparica. Ao falar sobre o VLT, Loyola destacou a implantação do novo modal de transporte no Subúrbio de Salvador. Segundo ele, o equipamento terá trens novos, com ar-condicionado e vagões destinados ao transporte de marisqueiras e pescadores.
“O governador que pegou em menos de três anos você colocar o VLT para rodar, transporte público de qualidade, no novo modal que é ecologicamente correto. Então a gente já está colocando com dignidade, inclusive com vagões para marisqueiras e pescadores”, afirmou.
Segundo Loyola, a implantação do VLT também envolve a duplicação da estrada do Derba, que, conforme explicou, precisará ser ampliada para permitir a passagem dos trens. Ele afirmou que o projeto de duplicação já existia e foi retirado do papel durante a atual gestão.
O coordenador da campanha também destacou a importância da via para o transporte de cargas e para os moradores do Subúrbio. Segundo ele, a duplicação deve melhorar o deslocamento de caminhões e o trânsito na região.
Loyola afirmou ainda que o VLT será integrado ao sistema de metrô. Segundo ele, a conexão permitirá que passageiros saiam do Subúrbio e cheguem à região do Campo Grande utilizando o transporte público. “Vem lá e vai chegar, ainda mais. Nós vamos entroncar com o metrô, o cara pode sair do Subúrbio agora, e vai chegar aqui no Campo Grande”, declarou.
Ponte Salvador-Itaparica
Sobre a Ponte Salvador-Itaparica, Loyola afirmou que o governo estadual vem trabalhando na reformulação do contrato e na busca por recursos para viabilizar o projeto. Segundo ele, o governador esteve na China mais de duas vezes para tratar do acordo e buscar recursos dos governos federal e estadual.
“E em paralelo nós vamos trabalhar com uma ponte também. O governador foi à China mais de duas ou três vezes para refazer esse contrato, para tratar, para buscar recursos do governo federal, do governo do estado, fazer uma nova PPP”, afirmou.
Loyola ressaltou que a ponte é uma Parceria Público-Privada (PPP) e, por isso, possui uma dinâmica diferente de uma obra pública. Ele comparou o empreendimento com o VLT, cuja execução, segundo ele, contou com recursos do governo estadual.
O coordenador afirmou ainda que a construção da ponte deverá contar com uma estrutura provisória para permitir a movimentação de caminhões, equipamentos e guindastes durante a execução da obra.
“Daqui a pouco, daqui uns dias, nós vamos ter uma pausa ali no meio da Baía de Todos os Santos. E nós vamos começar a fincar a estaca ali. Nós vamos construir uma ponte provisória, que se chama de ponte, eles não gostam, é plataforma”, declarou.
Segundo Loyola, a estrutura servirá para a circulação de equipamentos utilizados na construção. Ele afirmou que a previsão apresentada para a execução da ponte é de cinco anos. “Vai ter uma plataforma toda, que vão passar caminhões ali em cima, grandes equipamentos ali em cima, guindastes ali em cima, que vão ficar. É uma obra de cinco anos”, afirmou.
Loyola também declarou que as empresas integrantes do consórcio responsável pela obra possuem experiência na construção de grandes pontes. Segundo ele, há empreendimentos de até 30 quilômetros realizados na China pelas empresas citadas.