Durante o lançamento do edital Wanda Chase de Fomento à Cultura, à Arte e à Memória, nesta segunda-feira (14), o prefeito de Salvador, Bruno Reis, fez críticas à condução de obras e equipamentos culturais e cobrou mais fiscalização, acompanhamento e cumprimento de metas na administração pública.
Ao abordar o andamento de obras e a entrega de equipamentos, Bruno Reis afirmou que, em sua avaliação, os problemas não seriam pontuais, mas atingiriam diferentes projetos.
“Você chega lá, não tem nada, é só um caso, não, são todos os casos, as obras entregue pela metade, entregue de cima da hora”, declarou.
Na sequência, o prefeito citou o Teatro Castro Alves (TCA) e questionou o funcionamento do equipamento, além de mencionar o Convento Cultural.
“Cadê o TCA? Colocamos lá no Convento Cultural. Cadê o TCA? Funcionou dia 3 e, julgo, nunca mais. Vão lá, estão de obra lá, não tem um equipamento comprado”, afirmou.
Segundo Bruno Reis, a ausência de equipamentos obrigaria quem pretende utilizar o espaço a recorrer à locação de estruturas. O prefeito classificou a situação como um problema de gestão.
“Quem quiser ser apresentado tem que alugar equipamento. Isso é falta de gestão, gente”, disse.
O prefeito também defendeu uma rotina permanente de acompanhamento dos projetos públicos, com definição de responsabilidades, fiscalização e cobrança de resultados.
“Todo dia, cobrança, cobrança. O caso só engorda mesmo o olho do dono, você monitorando, dando atribuição e fiscalizando, cobrando metas”, afirmou.