Governador afirmou que unidade integra mapa de hospitais regionais construídos em parceria com o governo Lula para reduzir mortalidade materna e infantil
O governador Jerônimo Rodrigues afirmou nesta quinta-feira (7) que a nova maternidade de Lauro de Freitas representa um avanço estratégico para o fortalecimento da saúde materno-infantil na Bahia e destacou que, após o debate político, o que permanecerá será o impacto social da obra na vida das famílias.
Durante a assinatura da ordem de serviço da unidade, ao lado do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Jerônimo ressaltou que o principal objetivo do investimento é garantir segurança e dignidade para mães e recém-nascidos.
“Depois da política vencida, o que vai importar são as mães que vão chegar e sair daqui com suas crianças cuidadas”, declarou o governador.
Jerônimo também relembrou os desafios históricos enfrentados pelo país na redução da mortalidade infantil e destacou que muitos casos estavam ligados às condições do parto e da assistência às gestantes.
“Os indicadores de mortalidade infantil têm diversos motivos, como fome e condições da gravidez, mas um percentual significativo acontece na hora do parto, quando mães e crianças eram colocadas em risco”, afirmou.
Segundo o governador, a maternidade de Lauro de Freitas passa a integrar uma ampla rede estadual de hospitais e maternidades de alta complexidade implantados em diferentes regiões da Bahia em parceria com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Lauro de Freitas entra nesse mapa magnífico de poder oferecer às mulheres, principalmente, mas também às famílias, uma estrutura adequada de acolhimento e cuidado”, disse.
Jerônimo citou unidades em construção ou já entregues em cidades como Teixeira de Freitas, Paulo Afonso, Serrinha, Itapetinga, Barreiras e Juazeiro.
De acordo com o governador, o estado já entregou três unidades voltadas à assistência ao parto e atualmente possui outras seis em construção, incluindo a maternidade de Lauro de Freitas.
Ao defender uma participação mais ampla das famílias no processo de gestação e nascimento, Jerônimo afirmou ainda que a maternidade não deve ser encarada como responsabilidade exclusiva das mulheres.
“A maternidade não pode dizer respeito só às mulheres. Os homens, os maridos, também precisam estar envolvidos nesse cuidado”, concluiu.