Fé na Bahia e no Brasil: Jerônimo encerra programa na TV com Lula e convoca os baianos a votar 13

Foto: Divulgação
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Toda caminhada chega a um instante em que é preciso olhar para trás, reconhecer o caminho percorrido e, ainda assim, manter os olhos voltados para frente. Foi com esse tom que Jerônimo Rodrigues encerrou sua campanha eleitoral no último programa antes da votação deste domingo (4). Ao som de Gilberto Gil, a propaganda reuniu memória, fé e referências à Bahia para marcar o fim de uma jornada que começou e termina com esperança de trabalho pela Bahia e pelo Brasil.

A Bahia aparece como personagem central da mensagem. Terra de lutas, liberdade e democracia, o estado é apresentado como um lugar que historicamente participa dos momentos decisivos do país. “Toda vez que o Brasil precisa fazer uma escolha, a Bahia deixa claro de que lado está”, afirma a peça, que também associa a decisão eleitoral aos diferentes projetos apresentados para o futuro do Brasil e à discussão sobre soberania nacional.

É nesse cenário que entra a música de Gilberto Gil. A referência ao compositor baiano transforma a programa em uma espécie de despedida cantada, aproximando a mensagem daquilo que a canção evoca. Com imagens de Jerônimo e Lula, a propaganda reforça a mensagem central da peça: Com fé, eu vou e a fé não costuma faiá.

A própria caminhada pelo estado é relembrada. Ao falar sobre os encontros durante a campanha, o governador afirma ter encontrado uma “esperança renovada” e destacou o orgulho pelo que foi realizado e motivação para o que ainda está por vir. A mensagem também ressalta a ideia de uma Bahia e um Brasil conectados politicamente pela parceria com Lula, apresentada como parte importante do projeto defendido durante a campanha.

Depois de meses de viagens, comícios, encontros e caminhadas por diferentes regiões da Bahia, a propaganda fecha o ciclo retomando justamente a imagem que abriu a jornada: a de seguir em frente acreditando no caminho de quem mudou e continuará mudando a Bahia.

Ao incorporar Gilberto Gil à despedida, a campanha termina buscando na música uma síntese para aquilo que pretende deixar como última imagem: uma Bahia que olha para sua própria história, reconhece a força da sua identidade e segue caminhando, entre a memória do que foi vivido e a expectativa do que ainda está por vir.

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