Bruno Reis defende andamento das obras da Escola do Curralinho e desafia críticos: “Vão na hora correta que vocês vão ver gente trabalhando”

Foto: Divulgação
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O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), defendeu nesta terça-feira (21) o andamento das obras da Escola Municipal do Curralinho e rebateu críticas sobre o ritmo dos serviços. Durante a entrega da obra de contenção de encosta na comunidade do Mamede, no Alto da Terezinha, no Subúrbio Ferroviário, o gestor afirmou que a empresa responsável pela intervenção está mobilizada e que a execução seguirá o cronograma previsto em contrato.

Bruno criticou questionamentos feitos à quantidade de trabalhadores no canteiro de obras e afirmou que há uma tentativa de desqualificar o trabalho da Prefeitura.

“A empresa já foi contratada. A empresa precisa faturar para receber no final do mês. Tem gente lá trabalhando. Agora vocês vão lá na hora do almoço e querem contestar a quantidade de gente que tem lá? Vão na hora correta. Vão agora e vocês vão ver que tem gente lá trabalhando. E, a cada dia, vai aumentar mais gente, porque a empresa vai mobilizar mais equipes.”

O prefeito destacou que a empresa tem um prazo contratual de seis meses para concluir a obra e garantiu que a Prefeitura acompanhará de perto o desempenho dos serviços.

“Tem um prazo contratual para ser cumprido de seis meses. Se a empresa não performar, a gente vai tirar e colocar outra. Se performar, a gente vai pagar. O interesse da empresa é cumprir a obra.”

Na sequência, Bruno Reis relembrou os problemas enfrentados na primeira tentativa de construção da unidade escolar. Segundo ele, o terreno apresentou dificuldades técnicas que exigiram mudanças no projeto e culminaram na rescisão do contrato com a empresa anterior.

“Esse terreno foi doado ainda na gestão de João Henrique. Era um terreno com grande inclinação. Depois, o projeto foi doado pela Amcham. A Prefeitura realizou os projetos complementares e, quando foi executar a obra, encontrou um grave problema de fundação. Só a nova fundação consumiu 25% de aditivo. A empresa chegou ao limite contratual e não conseguiu concluir a obra. Tivemos que rescindir o contrato e fazer uma nova licitação.”

O prefeito também ressaltou que a nova empresa já iniciou os trabalhos e afirmou que a conclusão da escola ocorrerá, em grande parte, com recursos do próprio município.

“A nova empresa ganhou a licitação e vai concluir a obra, inclusive, o que incomoda os nossos adversários, com recursos próprios da Prefeitura. Conseguimos, na época, R$ 10 milhões com o então ministro João Roma, mas a Prefeitura ainda vai colocar pelo menos mais R$ 8 milhões de recursos próprios para entregar essa escola.”

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