Bruno Reis celebra recorde no Guinness com 46 mil toneladas recicladas no Carnaval de Salvador

Foto: Divulgação
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Durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira, 17, no Campo Grande, um dos principais pontos do circuito carnavalesco, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), celebrou o reconhecimento do Guinness World Records à capital baiana pelo volume recorde de reciclagem de latinhas durante o Carnaval. Segundo a Prefeitura, mais de 46 mil toneladas de alumínio foram recolhidas em apenas uma semana de festa, marca que coloca Salvador em destaque global na área ambiental.

De acordo com o prefeito, o resultado representa um volume seis vezes superior ao registrado no Rio de Janeiro no mesmo período, consolidando o Carnaval soteropolitano como referência não apenas cultural, mas também sustentável. “Além de zerar emissão de CO₂, por termos um dos aterros mais modernos do mundo, nós também conseguimos bater esse recorde, superando em seis vezes o Rio de Janeiro. Isso confirma qual é a maior festa de rua do planeta”, afirmou.

Bruno Reis destacou que a preocupação ambiental faz parte do planejamento estratégico da gestão. Segundo ele, a organização da festa envolve atenção a diversos públicos, desde ambulantes e seus filhos até idosos, pessoas com deficiência e trabalhadores envolvidos na operação do evento. “Tem a preocupação com todo mundo que está trabalhando, com o folião e também com a causa ambiental”, disse.

O prefeito ressaltou que a reciclagem evita que resíduos sejam encaminhados aos aterros, reduzindo impactos como geração de chorume e custos com transporte e destinação final. “São produtos que não vão para o aterro, não precisam ser prensados ou aterrados. Isso tem um impacto grande para ter uma cidade mais sustentável”, pontuou.

Outro ponto enfatizado foi o impacto social da iniciativa. Segundo Bruno Reis, a Prefeitura já destinou R$ 1,2 milhão para pagamento de catadores, em parceria com plataformas e instituições envolvidas na coleta. Uma pesquisa realizada pela gestão municipal aponta que 28% dos trabalhadores atuam exclusivamente da atividade de reciclagem.

Ao todo, foram implantados oito pontos de troca, chamados de “catafolias”, ao longo do circuito. Para o prefeito, a combinação entre grande porte do evento e políticas ambientais estruturadas demonstra uma evolução na organização do Carnaval. “Fazer uma festa dessa magnitude e ainda destinar recursos humanos e financeiros para a causa ambiental não existia no passado. Essa preocupação começou na gestão de Neto e segue na nossa. Agora batemos um recorde mundial com reconhecimento do Guinness”, concluiu.

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