Adolpho Loyola rebate declaração de ACM Neto e acusa oposição de agir por vaidade

Foto: Divulgação
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O secretário de Relações Institucionais da Bahia, Adolpho Loyola, repercutiu e endossou as críticas de uma internauta que classificou como "arrogância" a postura do ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União Brasil). A reação governista ocorreu após a circulação de uma declaração de Neto durante um evento da Fundação Índigo, instituição que preside. Na ocasião, o líder oposicionista afirmou ter o objetivo de “humilhar Jerônimo” no debate eleitoral voltado para a área da educação, fala que gerou forte engajamento e repercussão imediata nos canais digitais.

Para o chefe da pasta de articulação política do Palácio de Ondina, a escolha dos termos utilizados pelo adversário expõe uma desconexão com as prioridades administrativas do estado e evidencia um comportamento pautado pelo revanchismo político. Loyola argumentou que o tom adotado pela liderança do União Brasil sinaliza um esvaziamento programático da oposição, que estaria priorizando o enfrentamento de ordem pessoal em detrimento da formulação de propostas estruturadas para o desenvolvimento socioeconômico da Bahia. O secretário contrapôs a agenda de palanque da oposição às discussões centrais conduzidas pelo Executivo, focadas em indicadores de emprego, saúde e infraestrutura.

A coordenação política da gestão de Jerônimo Rodrigues (PT) utilizou o episódio para marcar o posicionamento estratégico do grupo governista nas discussões que antecedem o pleito de 2026. Adolpho Loyola cobrou uma postura mais propositiva do ex-prefeito da capital, ponderando que sua experiência de dois mandatos à frente do Executivo soteropolitano deveria se traduzir em alternativas técnicas para os problemas regionais, em vez de ataques diretos à figura do atual governador. O titular da Serin concluiu que o eleitorado baiano rejeita plataformas políticas baseadas em disputas de ego e ressentimento, validando o julgamento crítico que ecoou nas redes sociais.

“Ela acertou em cheio. É exatamente isso. Enquanto a Bahia debate saúde, segurança e emprego, ele sobe ao palco para falar em humilhação. Isso não é projeto, é vaidade alimentada pelo ressentimento. Depois de oito anos comandando Salvador, o mínimo que se esperaria era propostas. O que temos visto, porém, é um candidato mais preocupado em atacar do que em convencer”, criticou o secretário estadual Adolpho Loyola, ao avaliar os desdobramentos políticos da fala do pré-candidato oposicionista.

“A internauta disse tudo. Quem fala em humilhar não quer governar, quer se vingar. E a Bahia não merece um governo movido por ego”, encerrou o titular das Relações Institucionais, endossando o termo utilizado nas plataformas digitais para balizar o discurso de contra-ataque da base governista.

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