“ViaBahia vai ser cobrada através do Canadá”, diz Eduardo Salles sobre ofício para embaixador; assista

Foto: Divulgação
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As comissões permanentes de Agricultura e de Infraestrutura da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovaram, na manhã desta terça-feira (2), o encaminhamento de um ofício à Embaixada do Canadá sobre o serviço prestado pela ViaBahia, concessionária das rodovias federais BR-324 e BR-116. Segundo o deputado estadual Eduardo Salles (PP), a intenção é informar o embaixador canadense sobre as ações da empresa no estado.

“Aprovamos, por unanimidade nas comissões, a questão efetiva de uma audiência na Embaixada Canadense. Nós vamos levar um ofício ao embaixador canadense, situando o embaixador com relação a tudo que tem acontecido aqui com a ViaBahia. Já que os acionistas da ViaBahia são canadenses, o fundo de investimento é canadense, nós vamos nos posicionar”, relatou Salles, que preside a Comissão de Infraestrutura.

“E já que o presidente da ViaBahia não leva esses assuntos aos investidores canadenses, nós vamos mostrar ao embaixador canadense, com fatos, com documentos, exatamente o que tem acontecido, esse descaso que tem feito, as perdas de vida, com invalidez permanente de várias pessoas ao longo desses anos de concessão com a ViaBahia”, acrescentou o parlamentar.

Salles também contou que os deputados de ambas as comissões aprovaram uma ida ao Tribunal de Contas da União, em Brasília, também para tratar da ViaBahia. Os parlamentares desejam colocar os órgãos de fiscalização à par dos problemas da concessionária no estado.

“Também aprovamos aqui uma ida ao Tribunal de Contas da União. Vamos ter uma reunião lá com os ministros do Tribunal de Contas e vamos convidar inclusive os ministros para virem aqui também conversar um pouco sobre ViaBahia, sobre as demais concessões e sobre as obras de infraestrutura no nosso estado”, declarou Salles.

“A ViaBahia vai ser cobrada através do Canadá e através dos órgãos fiscalizadores daqui. Nós vamos continuar cobrando, fazendo inclusive com que a Agência Nacional de Transportes Terrestres, a ANTT, possa também cobrar de forma mais forte a questão da ViaBahia”, concluiu.

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