Mercado prevê PIB maior e renova alta da inflação para 5% em 2021

Estimativa do IPCA se aproxima do teto da meta de 5,25% perseguida pelo Banco Central; economistas e entidades também renovam previsão do crescimento do PIB para 3,14%

O mercado financeiro revisou para cima a expectativa para a inflação pela quarta semana seguida e prevê maior expansão da economia brasileira em 2021, de acordo com números do Boletim Focus divulgados nesta segunda-feira, 3. Economistas e entidades consultadas pelo Banco Central estimam que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o medidor oficial da inflação brasileira, encerre o ano a 5,04%. Na semana passada, a previsão era de 5,01%, enquanto há um mês a expectativa chegava a 4,81%. A inflação foi a 6,1% nos 12 meses acumulados em março, quando avançou 0,93%, a maior alta para o mês em seis anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Banco Central persegue a meta inflacionária de 3,75%, com limite máximo de 5,25% e mínimo de 2,25%. As fontes da autoridade monetária nacional também renovaram a expectativa do Produto Interno Bruto (PIB) para avanço de 3,14%, ante previsão de 3,09% na semana passada e 3,17% há um mês. Esta foi a segunda semana seguida que o Boletim Focus mostra maior otimismo do mercado na recuperação da economia nacional após o tombo histórico de 4,1% registrado em 2020.

O mercado financeiro revisou para cima a expectativa para a inflação pela quarta semana seguida e prevê maior expansão da economia brasileira em 2021, de acordo com números do Boletim Focus divulgados nesta segunda-feira, 3. Economistas e entidades consultadas pelo Banco Central estimam que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o medidor oficial da inflação brasileira, encerre o ano a 5,04%. Na semana passada, a previsão era de 5,01%, enquanto há um mês a expectativa chegava a 4,81%. A inflação foi a 6,1% nos 12 meses acumulados em março, quando avançou 0,93%, a maior alta para o mês em seis anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Banco Central persegue a meta inflacionária de 3,75%, com limite máximo de 5,25% e mínimo de 2,25%. As fontes da autoridade monetária nacional também renovaram a expectativa do Produto Interno Bruto (PIB) para avanço de 3,14%, ante previsão de 3,09% na semana passada e 3,17% há um mês. Esta foi a segunda semana seguida que o Boletim Focus mostra maior otimismo do mercado na recuperação da economia nacional após o tombo histórico de 4,1% registrado em 2020.

Apesar da nova previsão de avanço do IPCA, as fontes do BC conservaram a expectativa para a Selic, a principal ferramente para o controle da inflação, em 5,50% ao ano, a mesma estimativa da semana passada. Há um mês, a projeção apontava para 5% ao ano. O Comitê de Política Monetária (Copom) volta a se reunir entre esta terça e quarta-feira para debater possíveis mudanças na Selic. Sinais emitidos pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicam que a Selic sofra um novo acréscimo de 0,75 ponto percentual, subindo para 3,5% ao ano. O mercado também manteve a previsão do dólar para R$ 5,40, o mesmo valor da semana passada. Há um mês, a estimativa era que o câmbio encerrasse 2021 a R$ 5,35. A moeda norte-americana opera em queda nesta segunda-feira, cotada a aproximadamente R$ 5,41.

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