Barroso diz que não se arrepende de afirmar que Bolsonaro defende ‘a ditadura e tortura’

No entanto, o ministro admitiu que não deveria ter feito uma crítica pública ao presidente

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, disse na quarta-feira, 02, que não se arrepende de afirmar que o Brasil tem um presidente que defende a ditadura e a tortura, mas admitiu que não deveria ter feito uma crítica pública a Jair Bolsonaro. A fala foi proferida em transmissão ao vivo promovida pela Fundação Fernando Henrique Cardoso (FHC) na semana passada. Em live com o jornalista Magno Martins, Barroso destacou que tudo aconteceu porque se tratava de um evento acadêmico que imaginava ter sido um encontro fechado.

Ainda no evento da Fundação Fernando Henrique Cardoso, Barroso elogiou a imprensa, dizendo que “embora atacada pelo presidente, a imprensa brasileira é plural e independente”. Questionado sobre as declarações do magistrado, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, disse que há setores da sociedade que defendem a queda do presidente.

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