Morar Melhor chega à comunidade do Quilombo do Alto do Tororó

O vice-prefeito Bruno Reis autorizou a reforma de 150 unidades habitacionais pelo Morar Melhor na comunidade do Quilombo do Alto do Tororó, em São Tomé de Paripe, na noite de quarta-feira (19). Ele assinou a ordem de serviço ao lado do presidente da Câmara de Salvador, Leo Prates, e da dona de casa Darlene de Souza Santos, que o convidou para conhecer o imóvel onde vive com a família há 15 anos. Requalificado pelo programa, o local recebeu serviços de pintura, troca de telhado e reboco. “A sensação é que estou em uma casa nova”, afirmou Darlene.

De acordo com Bruno Reis, a Prefeitura prevê investimentos de R$ 750 mil em melhorias residenciais no Alto do Tororó, que é a 23ª localidade a receber obras na segunda fase do programa. “Já ultrapassamos a marca das 22 mil casas reformadas em mais de 80 localidades de Salvador. Até 2020, temos como meta requalificar 40 mil unidades habitacionais”, pontuou. O vice-prefeito destacou a importância social do Morar Melhor, que já foi premiado e serviu de referência para a criação do Cartão Reforma – iniciativa similar do governo federal.

Primeira beneficiária do Morar Melhor na comunidade do Quilombo, Darlene disse que, antes das intervenções do programa, a casa não tinha reboco na lateral e no fundo. A fachada, segundo ela, estava encardida. Além disso, as goteiras surgiam pelos buracos do telhado em dias de chuva. “Os pingos incomodavam o meu filho quando ele dormia. Agora, acabou. Estamos em um lugar mais confortável”, recordou. “Construímos essa casa com muito esforço, mas para reformar ficava difícil. Apenas o meu esposo trabalha. Com um salário só, fica apertado”, assinalou.

O Morar Melhor realiza reformas de até R$ 5 mil por residência, dando mais dignidade aos cidadãos. As unidades contempladas recebem serviços de pintura, reboco e revestimento de parede, recuperação ou troca do telhado, além de substituição de esquadrias e instalações sanitárias. O programa prioriza os bairros conforme critérios sociais, tais como: precariedade do imóvel, predominância de casas com alvenaria sem revestimento, número de pessoas abaixo da linha de pobreza, grande densidade habitacional e maior quantidade de mulheres na chefia familiar.

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