Governo decide adiar reajuste no preço de bebidas

O governo federal voltou atrás na decisão de aumentar os impostos das
chamadas bebidas frias, como refrigerantes, cervejas, energéticos,
isotônicos e refrescos, que aconteceria a partir de 1º de junho, após
fazer um acordo com o setor, que se preocupou com as vendas durante a
Copa do Mundo. Em contrapartida as empresas não poderão demitir seus
funcionários e deverão produzir e vender mais bebidas. A informação foi
dada nesta segunda-feira, 26 de maio, pelo coordenador de Estudos
Tributários e Aduaneiros da Receita, Claudemir Rodrigues .

Faltando um pouco mais de 2 meses para o Mundial, a Receita Federal
anunciou o aumento do imposto das bebidas frias, um mês depois do
governo ter reajustado a tributação dos produtos. O objetivo era
aumentar a arrecadação através de uma elevação de aproximadamente 2,25%
nos preços.

Agora, de acordo com a Receita Federal, o aumento da tributação para
bebidas será divido em três parcelas, ainda sem datas definidas. Guido
Mantega, ministro da Fazendo informou que a primeira alta estava
prevista para o final de setembro. Nesta segunda, Claudemir Rodrigues
garantiu que não há data definida para a entrada em vigor da nova carga
tributária para o setor e que Mantega ainda está discutindo com o setor a
definição de datas e valores do aumento.

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