Prisco pede prisão domiciliar ao Supremo

A defesa do vereador Marco Prisco pediu hoje (5) prisão domiciliar ao
Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a defesa, Prisco, que liderou o
movimento grevista da Polícia Militar (PM) da Bahia, sofreu um infarto,
durante o fim de semana, no Presídio da Papuda, no Distrito Federal,
onde está preso. Ele está internado em um hospital em Brasília. O
relator do habeas corpus é o ministro Ricardo Lewandowski, que rejeitou outro pedido para libertar o vereador.

Marco
Prisco foi preso em Salvador, no dia 18 de abril, mas foi transferido
para a Papuda, porque a ordem judicial determinou que ele deve ficar
recolhido em instituição prisional federal. Prisco é presidente da
Associação de Policiais e Bombeiros e seus Familiares do Estado da Bahia
(Aspra) e vereador pelo PSDB em Salvador.

Prisco liderou um
movimento grevista dos policiais militares da Bahia, que foi encerrado
no dia 17 de abril. A prisão dele, no entanto, foi motivada por outra
greve, também encabeçada pelo vereador, em 2012. No ano passado, o
Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) denunciou Prisco e mais
seis pessoas por crimes praticados contra a segurança nacional durante
essa paralisação.

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