Identificados corpos dos detentos mortos durante rebelião no Presídio de Eunápolis

No início da tarde desta terça-feira (29) o Departamento de Polícia Técnica de Eunápolis (DPT), divulgou a identificação de cinco dos seus presos mortos durante a rebelião ocorrida nesta segunda-feira, dia 28. Foram identificados os corpos de Sullivan Santos Marinho (preso por tráfico), Luzinê de Araújo Santos (estuprador), Melqui Silva Souza e Gealdo Oliveira de Almeida e Gilmar Soriano dos Santos (homicida). Os mortos são de Porto Seguro e Cabrália, o que comprova a suspeita inicial de brigas entre detentos de facções rivais de Eunápolis e desses dois municípios da Costa do Descobrimento. Para a identificação do corpo da sexta vítima talvez seja necessária a realização de exames de DNA, já que seu corpo ficou praticamente em cinzas. Alguns dos presos teriam tido os corpos incendiados quando estariam vivos.

Conforme informações divulgadas pelo site Radar64, a rebelião teria sido provocada por internos do Pavilhão A, que destruíram as celas e, em seguida, arrancaram o portão da cela 23, conhecida como ?seguro?, destinada a presos que eram ameaçados de morte pelos demais detentos.

Em seguida, diz a polícia, os rebelados arrastaram os cinco presos do ?seguro? até o centro da quadra, onde os amarraram juntamente com um detento de outra cela que já estava de refém, jogando colchões em cima deles e ateando fogo nos corpos. Alguns dos líderes do motim podem ser transferidos para Teixeira de Freitas, pelo menos até que a parte interna da prisão, que ficou destruída, passe por uma reforma.

No início da tarde
desta terça-feira (29) o Departamento de Polícia Técnica de Eunápolis
(DPT), divulgou a identificação de cinco dos seus presos mortos durante a
rebelião ocorrida nesta segunda-feira, dia 28. Foram identificados os
corpos de Sullivan Santos Marinho (preso por tráfico), Luzinê de Araújo
Santos (estuprador), Melqui Silva Souza e Gealdo Oliveira de Almeida e
Gilmar Soriano dos Santos (homicida). Os mortos são de Porto Seguro e
Cabrália, o que comprova a suspeita inicial de brigas entre detentos de
facções rivais de Eunápolis e desses dois municípios da Costa do
Descobrimento. Para a identificação do corpo da sexta vítima talvez seja
necessária a realização de exames de DNA, já que seu corpo ficou
praticamente em cinzas. Alguns dos presos teriam tido os corpos
incendiados quando estariam vivos.

Conforme informações divulgadas pelo site Radar64, a rebelião teria sido
provocada por internos do Pavilhão A, que destruíram as celas e, em
seguida, arrancaram o portão da cela 23, conhecida como ?seguro?,
destinada a presos que eram ameaçados de morte pelos demais detentos.

Em seguida, diz a polícia, os rebelados arrastaram os cinco presos do
?seguro? até o centro da quadra, onde os amarraram juntamente com um
detento de outra cela que já estava de refém, jogando colchões em cima
deles e ateando fogo nos corpos.

Alguns dos líderes do motim podem ser transferidos para Teixeira de
Freitas, pelo menos até que a parte interna da prisão, que ficou
destruída, passe por uma reforma.

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