Greve: Servidores da saúde municipal também paralisam atividades em Salvador

Com a decisão dos profissionais de assistência ? saúde de iniciar movimento paredista, todos os serviços públicos municipais de Salvador estão paralisados.

Desde o início da paralisação, na última quinta-feira (24), a exigência dos servidores era a apresentação da tabela de cargos e vencimentos para o serviço público municipal.

Após a apresentação da tabela de vencimentos, por parte da administração, a categoria avaliou que o texto traz perdas significativas para os trabalhadores. A continuação da greve foi avaliada e aprovada na assembleia que aconteceu nesta segunda-feira (28), na frente da Secretaria Municipal de Gestão (Semge), no Vale dos Barris.

No caso dos profissionais de saúde, a negativa da gestão em atender ao pedido de reajuste da categoria motivou a decisão de paralisar os atendimentos na rede municipal. A Instrução Normativa que regula o ponto eletrônico e melhorias da infraestrutura de atendimento aos usuários também foram pautas apresentadas.

Atendimentos nos postos de saúde, centros de atenção psicossocial e o combate ? dengue e leptospirose são serviços paralisados. Salvamento aquático, operação “tapa-buraco”, fiscalização do mercado informal e atividades não-docentes também não estão sendo executadas.

Na quarta-feira (30), ? s 08h, o Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) realiza assembleia no Largo do Campo Grande. A diretoria da entidade pretende reunir estratégias para continuação do movimento grevista. “Enquanto a gestão municipal tiver a intenção de massacrar o servidor municipal, a greve continua. A categoria decidiu paralisar todas as unidades do serviço público municipal. A administração quer congelar nossos vencimentos. Somos a cidade e também sofremos com essa forma de governar. Se estamos em greve, a culpa é do prefeito ACM Neto”, declarou o coordenador geral do Sindseps, Bruno Carianha.

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