Rússia não retira acusação e ativista brasileira segue presa por pirataria

Após afirmar que as acusações de pirataria seriam trocadas por vandalismo, a Justiça da Rússia não cumpriu a palavra e manteve as duas acusações sobre os ativistas do Greenpeace. A brasileira Ana Paula Maciel e seus 29 colegas estão presos desde o dia 18 de setembro na Rússia, após um protesto pacífico contra a exploração de petróleo no Ártico.

“O mundo inteiro está dizendo que a ação dos ativistas não teve nada a ver com pirataria – e até o presidente russo, Vladimir Putin, já afirmou isso publicamente. Mas a Justiça do país parece insistir nessa hipótese”, diz a nota do Greenpeace.

A ONG afirma que precisa manter a pressão pela libertação dos ativistas.

“Junte sua voz ? s de milhões de pessoas ao redor do mundo e ligue para a embaixada russa no Brasil, pedindo a libertação dos ativistas. Você também pode enviar um email para eles, além de compartilhar com seus amigos”, pede o Greenpeace. A petição a favor dos ativisatas pode ser assinada neste link.

“Nossos ativistas não são piratas, tampouco vândalos. As únicas armas que eles carregavam durante o protesto eram uma faixa com uma mensagem pelo Ártico e o desejo de defender o meio ambiente por todos nós. Agora é nossa vez de continuarmos com eles.”

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