Cigano encontrado morto em Barra do Rocha não foi assassinado, revela laudo do IML/Jequié

O cigano conhecido como Muniz, encontrado morto por volta do meio dia de
 domingo (22) em uma roça de cacau no município de Barra do Rocha,
não foi assassinado,revela o  laudo do Instituto Médico Legal (IML) de
Jequié. ?Ele [Muniz] morreu de causas desconhecidas. Não havia no corpo
da vítima sinais de agressões, nem perfurações de armas?, afirmou um
legista. A mesma fonte acredita que os ferimentos nos testículos do
homem e outras partes do corpo foram causados por urubus. Um infarto
fulminante pode ter sido a causa da morte de Muniz, que desencadeou no
assassinato de outros dois homens ? Elder Moraes e Vilson
Rodrigues, também no domingo. Um  grupo de pessoas, supostamente amigos
de Muniz, atribuindo a Elder a autoria do crime interceptou os dois
rapazes próximo de um acampamento fazendo vários disparos. Elder morreu
no local e Vilson,ainda foi conduzido ao Hospital Geral de Ipiau, mas
não resistiu aos ferimentos. Geane,  esposa de Elder Moraes, afirmou que
seu marido não tinha qualquer envolvimento com a morte de Muniz e que
no momento em que foi assassinado se dirigia ao acampamento dos ciganos
para dar os pêsames ? família. A mulher confirmou a existência de um
desentendimento entre o seu esposo e o filho do cigano morto,
confirmando que  o rapaz tinha uma dívida de R$ 1.800, referente a
 venda de um veículo, mas que em momento algum o seu marido fez ameaças.
As buscas com a tentativa de identificar e prender  indivíduos  que
participaram dos dois  assassinatos  seguem em toda a região com as
participações de policiais  da Caerc, PETO e Polícia Civil. (Giro em Ipiau)

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