Porta-voz do Vaticano nega risco ? segurança do papa no Rio

O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi,
negou que o papa Francisco tenha sofrido ameaça ou se exposto a riscos
por ter circulado pelas ruas do centro do Rio ontem (22) com o vidro do
carro aberto. Segundo ele, a intenção do pontífice foi estar mais
próximo das pessoas. O porta-voz negou falhas no esquema de segurança.
?O papa quis deixar sua marca?, ressaltou ele. A comitiva do papa hoje
(23) enfrentou um engarrafamento no Rio de Janeiro.

?Foi a primeira experiência, ele acabou de chegar.
Vimos o entusiasmo das pessoas. Isso é algo novo, talvez uma lição para
os próximos dias. Temos que achar a maneira correta?, acrescentou o
porta-voz.

Lombardi ressaltou que o papa, que é argentino, está
feliz por ?voltar para sua amada América Latina?. Ele lembrou que o
acesso ? s pessoas começa pelo coração, por isso Francisco quis estar
próximo todo o tempo dos fiéis.

Em relação ? s eventuais mudanças na agenda do papa,
Lombardi foi categórico: ?Se o papa quiser encontrar algum conhecido,
receber alguém em audiência, o fará livremente, mas não creio que haverá
eventos importantes, ? parte a missa de abertura da JMJ [Jornada
Mundial da Juventude], que será celebrada pelo arcebispo do Rio, dom
Orani [Tempesta]?.

Perguntado sobre a descoberta de uma bomba no
banheiro do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida (a 180
quilômetros de São Paulo), Lombardi negou preocupações. Para ele, a
bomba não tem relação alguma com o papa. Francisco celebrará amanhã (24)
missa ? s 10h30 no santuário.

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