Julgamento do Carandiru: promotoria diz que armas foram ‘plantadas’

O julgamento do Massacre do Carandiru foi retomado no Fórum da Barra
Funda, na capital paulista, e teve como ponto alto a apresentação da
tese da promotoria de que as 13 armas encontradas no presídio, que
pertenceriam aos presos, teriam sido “plantadas” pelos policiais com o
intuito de justificar a ação que terminou com 111 mortos.

“Infelizmente, é hábito os maus policias plantarem armas de fogo em
cenas de crime”, disse a acusação, que classificou a versão da Rota como
“mentirosa”.

A expectativa é de que até o fim do dia saia a decisão sobre os 26
policiais militares que estão sendo julgados nesta primeira etapa. Os
réus são acusados de matar 15 presos que ocupavam o segundo andar do
Pavilhão 9 do Carandiru.

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