Renúncia do Papa foi motivada por escândalos no Vaticano, diz jornal

A renúncia repentina do Papa Bento XVI ao pontificado teria sido
motivada por escândalos internos, vazados de um dossiê de 300 páginas
conhecido como Vatileaks, onde disputas de poder, relações homossexuais e
mau uso do dinheiro estariam ocorrendo dentro do Vaticano, segundo o
jornal italiano “La Repubblica”.

De acordo com a publicação, ao abandonar o cargo, Bento XVI pretendia
possibilitar a entrada de um líder mais jovem e forte para fazer uma
“limpeza” no Vaticano.

O jornal ainda lembra que já em 2010 teria vindo a tona um escândalo
que mostrava a existência de seminaristas que se prostituíam e de um
membro do coro do Vaticano que atuava como cafetão. Os encontros
aconteciam em uma vila fora de Roma, em uma sauna, em um centro estético
no próprio Vaticano e em uma residência universitária.

O “La Repubblica” também aponta a existência de um possível “lobby
gay”, que seria “uma rede transversal unida pela orientação sexual”.

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