Claudio Tinoco quer rigor no uso de balões e serpentinas no Carnaval

O vereador Claudio Tinoco (DEM) defende um maior rigor para o uso de
grandes balões de publicidade (blimps) e de serpentinas metalizadas
lançadas por um mecanismo de pressurização, semelhante a fogos de
artifícios, durante o Carnaval de Salvador. O edil enviou, na última
quarta-feira (30), um ofício ? Superintendência de Controle e
Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) e ? Secretaria Municipal
de Ordem Pública.

Segundo o vereador, a falta de conhecimento
das normas de segurança dos usuários ao manusear os equipamentos pode
colocar em risco ? s pessoas envolvidas na festa momesca, além de
provocar interrupções no fornecimento de energia e causar acidentes
graves com aqueles que os transportam.

?Desde o ano passado,
tenho alertado aos órgãos municipais quanto aos riscos do manuseio
incorreto destes equipamentos. Inclusive, encaminhei aos seus dirigentes
uma recomendação da Coelba para um maior rigor na fiscalização?,
ressalta Tinoco.

O democrata chama atenção ainda para um maior
controle e fiscalização no uso do engenho de publicidade do tipo balão
pelas entidades carnavalescas, respeitando os limites máximos por bloco.
?O Decreto Municipal nº 20.505/2009 estabelece dois balões para blocos
com até 500 integrantes; quatro balões para blocos de 501 a 1000
integrantes; seis balões para blocos de 1001 a 2000 integrantes; e oito
balões para blocos acima de 2001 integrantes, e ainda define um tamanho
máximo para esses engenhos?, completa o vereador, recomendando ainda a
proibição do licenciamento de balões avulsos, que são utilizados para
publicidade fora das entidades carnavalescas.

Tinoco sugere
também que sejam definidos pontos fixos para a instalação nas vias fora
dos circuitos oficiais, além de áreas livres nos circuitos, onde deve
ser proibido o uso dos balões, como nos circuitos Dodô (inclusive, na
passarela do Campo Grande) e Osmar (entre o Farol da Barra e o Cristo).

?Hoje,
os balões são importantes contrapartidas para a publicidade dos
patrocinadores dos blocos, mas colaboram para os riscos na segurança dos
foliões e são inadequados para a plasticidade e transmissão do
carnaval. Sugiro que sejam substituídos por outras mídias, com
criatividade, assegurando o direito dos blocos de divulgar seus
patrocinadores?, recomenda Tinoco.

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