Dilma: Plano Estratégico de Fronteiras permite avanço no combate ao crime organizado

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (21) que o Plano Estratégico
de Fronteiras tem alcançado bons resultados na prevenção ao crime
organizado. Segundo ela, desde o início das ações, há um ano e meio, 360
toneladas de drogas, 2,2 mil armas, 280 mil munições e 20 toneladas de
explosivos foram apreendidas.

?Mesmo sendo área de segurança pública e uma responsabilidade
constitucional dos estados, o governo federal tem o dever de participar,
na sua área de atuação, para a melhoria da segurança pública por meio
de programas?, destacou.

No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma explicou que o
plano consiste em duas grandes operações: a Operação Ágata, liderada
pelo Ministério da Defesa e que mobiliza as Forças Armadas, e a Operação
Sentinela, coordenada pelo Ministério da Justiça e que reúne a Polícia
Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança.

Ela lembrou ainda que o país conta com uma fronteira de mais de 16
mil quilômetros com dez países da América do Sul. ?Os criminosos
escolhem as regiões mais vulneráveis da nossa fronteira para o tráfico
de armas e de drogas e também para o contrabando. Por isso, o combate ao
crime tem exigido uma ação firme e uma presença forte do governo
federal nas regiões de fronteira.?

De acordo com a presidenta, o Brasil já firmou acordos com países
como Colômbia, Peru e Bolívia para combater de forma mais efetiva o
crime organizado na região. A ideia do governo brasileiro, a partir de
agora, é intensificar essa cooperação na área de inteligência e também
na repressão ao crime.

?É com ações como o Plano Estratégico de Fronteiras que nós vamos
construindo, junto com os países vizinhos, uma sólida rede de proteção
das fronteiras, combatendo o tráfico de drogas, o contrabando de armas, o
crime organizado. Com isso, trabalhamos pela segurança das famílias nas
cidades brasileiras e por uma convivência de paz e harmonia com os
países da América do Sul.?

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