Datafolha: Bolsonaro, 58%; Haddad, 42%

Datafolha: Bolsonaro, 58%; Haddad, 42%

A primeira pesquisa de intenção de voto para os candidatos à presidência que disputam o segundo turno apontou vantagem de 16 pontos de Jair Bolsonaro sobre Fernando Haddad.

De acordo com o Datafolha divulgado na noite desta quarta-feira (10), o candidato do PSL tem 58% dos votos válidos, enquanto o candidato do PT tem apoio de 42% dos entrevistados.

Os votos brancos e nulos somam 8% e apenas 6% dos entrevistados se declararam indecisos. No levantamento contratado pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo o instituto ouviu 3.235 pessoas em 227 municípios nesta quarta-feira. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos para mais ou para menos.

Nos três dias após o primeiro turno, os dois candidatos absorveram de forma uniforme o eleitora dos outros candidatos. Se considerados os votos totais – sem excluir os votos brancos e nulos – Bolsonaro tem 49% das intenções de voto. No primeiro turno ele tinha conquistado 42% dos votos totais. Já o petista, que no primeiro turno angariou 27%, passou para 36% das intenções de voto.

Compartilhe
Previous Paulo Guedes diz que investigação contra ele é para confundir eleitor
Next TSE vai tratar de fake news com WhatsApp e quer lançar aplicativo para denúncias

Sobre o Autor

Você pode gostar também

Notícias

Em desespero, mãe anuncia as próprias filhas para adoção nas redes sociais

Reprodução – Facebook O desespero fez com que uma mulher usasse seu perfil de uma rede social para anunciar que estaria doando suas duas filhas – de três anos e

Cotidiano

Praça de Fazenda Coutos é totalmente depredada por vandalismo

Com apenas dois anos de inaugurada, a Praça do Padre, situada no final de linha de Fazenda Coutos, no Subúrbio Ferroviário, foi totalmente destruída pelo vandalismo. Alambrados, equipamentos da academia,

Política

PF investiga conta na Espanha atribuída a Dirceu

A Polícia Federal abriu novo inquérito para investigar o ex-ministro José Dirceu (Casa Civil/Governo Lula). A PF informou ao juiz Sérgio Moro sobre a abertura do inquérito sobre supostas propinas