Após ameaças, STF reforça escolta pessoal de relator da Lava Jato

Após ameaças, STF reforça escolta pessoal de relator da Lava Jato

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, informou nesta terça-feira (27), por meio de nota, quais medidas já foram adotadas para atender às demandas do ministro Edson Fachin em relação a sua segurança pessoal e de sua família. A declaração do STF foi feita após o relator da operação Lava Jato na Corte afirmar, em entrevista para o programa Roberto D’ávila, da GloboNews, ter recebido ameaças e solicitado providências para a Polícia Federal (PF) e à Presidência do
Supremo.

Por meio de nota, o STF informou que Cármen Lúcia autorizou o aumento do número de agentes para escolta permanente do ministro Fachin, assim como permitiu que a segurança do ministro, em Curitiba (PR), possa deslocar-se também para acompanhamento de familiares por ele indicados.

Além disso, duas delegadas da Polícia Federal, especializadas em segurança para todos os casos de magistrados ameaçados no país, serão deslocadas para Curitiba.

Edson Fachin assumiu a relatoria da operação Lava Jato no dia 2 de fevereiro de 2017. Anteriormente, a função era desempenhada por Teori Zavascki, que faleceu em acidente aéreo ocorrido no dia 19 de janeiro do ano passado, em Paraty (RJ).

 

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