Festival da Cidade engloba exposições em três espaços de Salvador

Festival da Cidade engloba exposições em três espaços de Salvador

Dentro da programação do Festival da Cidade 2018, três exposições gratuitas em espaços administrados pela Prefeitura, por meio da Fundação Gregório de Mattos (FGM), vão fazer com que o público conheça um pouco mais sobre a história de Salvador e a relação da capital baiana com outras culturas. Uma delas retorna ao Espaço Cultural da Barroquinha, no Centro: a Orixás da Bahia.

Criadas pelo artista plástico Alecy Azevedo, com assessoria da ialorixá Mãe Menininha do Gantois, 16 estátuas em tamanho natural de divindades africanas, esculpidas em papel machê, foram dispostas no local. A ideia foi de Elyette Magalhães, então diretora do museu e conhecida por ser mulher de personalidade forte, ideias e visão além do tempo – como exemplo, usava turbantes em plena década de 1970, como maneira de reforçar a ligação com o candomblé. A visitação pode ser feita de quarta a domingo, das 14h às 19h.

Já na Casa do Benin, o público vai conferir a exposição AFÉTO, mostra fotográfica itinerante que vem percorrendo o país. As imagens chamam a atenção para as relações de afeto constituídas dentro dos terreiros de Candomblé, a partir do olhar do fotógrafo Roger Cipó, com curadoria de Marco Antonio Teobaldo.

Além disso, a Exposição Permanente reúne um acervo com objetos e obras de arte da região do Golfo do Benin, de onde partiram os negros que povoaram o Recôncavo, que pertencem, em sua maioria, à coleção do antropólogo e fotógrafo francês Pierre Verger. Localizada no Pelourinho, a Casa do Benin funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

A Biblioteca Edgard Santos, na Ribeira, segue em cartaz com a exposição A História de Pedra e Cal – Edificações de Salvador. Em comemoração ao mês de aniversário da cidade, foram selecionados destaques históricos e imagens da época da fundação e de edificações entre os séculos XIX e XX.

A mostra tem como a arquitetura e demonstra, através de fotos e textos, algumas edificações importantes da Rua Chile até a Ribeira. A intenção é despertar o interesse pela literatura histórica da cidade e, além de textos e fotos, estão expostos livros do acervo da própria biblioteca relacionados à evolução física da cidade. O espaço está aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

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