“Tá na hora de cada um assumir sua responsabilidade, dispara Rodrigo Maia sobre Reforma da Previdência; ASSISTA

“Tá na hora de cada um assumir sua responsabilidade, dispara Rodrigo Maia sobre Reforma da Previdência; ASSISTA

Durante coletiva imprensa nesta terça-feira(13), no carnaval de Salvador, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia(DEM), ao lado do prefeito ACM Neto(DEM) e do prefeito de São Paulo João Doria(DEM), voltou a defender a reforma da previdência.

Questionado pelos jornalistas se em ano eleitoral a Reforma da Previdência vai passar no Congresso, Maia opinou

“Essa questão de vai passar ou não vai. O importante é agente convencer a sociedade brasileira que hoje no Brasil. Os que ganham R$30 mil, se aposentam com 55 anos e os que ganham um salário mínimo, os que estão ai no carnaval, se aposentam com 65 anos,. É a única defesa que eu faço da Reforma da Previdência. Igualdade de direito. O brasileiro do salário mínimo precisa ter e não tem o mesmo direito dos que ganham R$30 mil reais. E infelizmente isso não é uma realidade no Brasil. Agora se o plenário não vai votar ou se não vai é uma decisão democrática de direito. Todo mundo tem mandato, todo mundo foi eleito, todo mundo tem mandato e acho que tá na hora de cada um assumir sua responsabilidade e reafirmou sua posição”o que eu gostaria que o brasileiro que ganha um salário mínimo que vai até os 65 anos, ele possa ter os mesmos direitos do brasileiro que ganha R$30 mil reais, no serviço público e tem se aposentado na média com 55 anos”, finalizou

ASSISTA

A votação da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados está prevista ainda para esse mês de fevereiro.

Segundo o analista Marcos Augusto Queiróz, da consultoria política Arko Advice,  há sinais de que o governo não tem confiança de vencer a votação. “Numa escala de zero a dez, diria que é três a chance de aprovar essa reforma”, afirmou.

“Ainda é preciso certa cautela, mas é provável que o tema vai ficar para o próximo presidente. Mesmo que o assunto volte quando passada a eleição e tentem votar a PEC em novembro e dezembro, o tempo será muito curto nas duas casas”, completou. “Ano passado, sem as denúncias que atingiram o governo, a reforma poderia ter passado. Agora, a pressão eleitoral sobre os deputados é forte demais.”

O governo calcula até agora que existem 270 votos dos 308 necessários para aprovação.

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