Justiça Federal nega desbloqueio de bens de Fernando Cavendish

Justiça Federal nega desbloqueio de bens de Fernando Cavendish

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) negou hoje (27) o desbloqueio de bens do dono da Construtora Delta, Fernando Cavendish, apresentado por sua defesa. Investigado pela Operação Saqueador, desdobramento da Lava Jato, o empresário e mais seis executivos do grupo Delta tiveram imóveis e bens móveis bloqueados para reparar a União.

O Ministério Público Federal (MPF) acusa os envolvidos de lavagem de dinheiro no total de R$ 370,4 milhões por meio de contratos fraudulentos com empresas fantasmas. A decisão do TRF2 seguiu a posição do MPF.

Em outra decisão, também nesta quarta-feira, o tribunal negou o pedido de desbloqueio feito pela empresa Miriam Minas Rio Automóveis e Máquinas SA, de propriedade de José Carlos Lavouras, que é dirigente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor). Preso em Portugal, Lavouras é réu na Operação Ponto Final, que investigou esquema de corrupção no transporte público do Rio de Janeiro.

As duas decisões foram por unanimidade, com 3 votos a 0.

Compartilhe
Previous Carolino pede garantia de direitos no Dia do Idoso
Next CCJ define nesta quinta-feira rito de tramitação de denúncia contra Temer

Sobre o Autor

Você pode gostar também

Notícias

Lauro de Freitas prorroga Mutirão de Conciliação Judicial até dia 11

A grande procura dos munícipes para negociar débitos com a Prefeitura fez com que o Mutirão de Conciliação Judicial de Lauro de Freitas, que terminaria nesta sexta-feira (6), fosse prorrogado

Política 0 comentários

Empresa de Palocci recebeu R$ 81,3 mi de 47 clientes, diz Receita

Relatório da Receita Federal aponta que a Projeto Consultoria Empresarial e Financeira, empresa do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil nos governos Lula e Dilma Rousseff, respectivamente), recebeu R$

Política

Para ministros do STF, há brecha para anular provas da JBS

Alvos da delação premiada da JBS vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar anular as provas apresentadas pelos delatores. Ministros da Corte afirmam que há brecha para esse