Fábio Ramalho xinga Imbassahy na Câmara e diz que ministro trata mal deputados

Fábio Ramalho xinga Imbassahy na Câmara e diz que ministro trata mal deputados

O início da solenidade que formaliza a venda da folha de pagamento dos servidores da Câmara foi marcado por uma cena de constrangimento entre o vice-presidente da Casa, Fábio Ramalho (PMDB-MG), e o ministro da Secretaria de Governo, o tucano Antonio Imbassahy. Ao encontrar Imbassahy no evento, o peemedebista o chamou de “m…”.

Ramalho contou que ficou irritado porque não foi atendido nesta quarta pelo ministro no Palácio do Planalto. “Eu chamei e ele saiu andando. Ele está lá para atender deputado, mas trata mal deputado, não deveria estar lá”, reclamou Ramalho.

A venda da folha de pagamento da Câmara para Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal foi anunciada no fim de agosto e está sendo assinada na manhã desta quarta em cerimônia na Casa. Participam do evento o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e dirigentes de BB e Caixa, entre outros.

Compartilhe
Previous OAB suspende registro do ex-procurador Marcelo Miller por 90 dias
Next Meirelles nega pré-candidatura pelo PSD à Presidência em 2018

Sobre o Autor

Você pode gostar também

Política

Moreira Franco reage à declaração de Dilma; ela diz que impediu ministro de roubar

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, divulgou nota nesta sexta-feira para rebater a entrevista da ex-presidente Dilma Rousseff ao jornal Valor Econômico. Moreira chamou as acusações contra ele

Notícias

‘Morte de Mariele Franco reflete estado de ódio no país’, diz Luiza Maia

A presidente da Comissão dos Direitos da Mulher, deputada Luiza Maia (PT), repudiou o assassinato da vereadora do PSOL, Marielle Franco. Durante o Encontro Internacional Parlamentar do Fórum Social Mundial,

Economia

Presidente do BNDES alerta que devolução de R$ 180 bi diminui tamanho banco

O presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, informou hoje (14) que recebeu um pedido do governo federal para devolver R$ 180 bilhões